O que pode tornar nula a sentença arbitral?

O que pode tornar nula a sentença arbitral?

O que pode anular uma sentença arbitral

A anulação judicial da sentença arbitral somente ocorre em caráter excepcional, nas hipó- teses taxativas previstas no art. 32 da Lei n. 9.307/96, as quais se referem a vícios formais, sendo vedado ao juiz revisar o mérito da decisão.

É possível que a sentença arbitral seja considerada nula

A forma mais comum de se arguir a nulidade da sentença arbitral se dá por meio de ação anulatória, com fundamento nos artigos 32 e 33 da Lei 9.307/96.

É nula a sentença arbitral se for proferida

A hipótese de nulidade da sentença arbitral extra petita está inserta no inciso IV do art. 32 da Lei da Arbitragem, que prescreve que é nula a sentença arbitral se for proferida fora dos limites da convenção de arbitragem.

Quanto à possibilidade de anulação de sentença arbitral pelo Poder Judiciário pode se afirma

A sentença arbitral só poderá ser anulada se restar configurada uma das hipóteses do art. 32 da Lei nº 9.307/96. Isto é, a ação anulatória de sentença arbitral deve se ater aos limites previstos no artigo 32 da Lei de Arbitragem, que somente alcançam vícios formais do julgamento (error in procedendo).

É possível anular uma sentença

Ao juiz é defeso anular a própria sentença, devendo o inconformismo do agravante ser manejado na via recursal da apelação ou, eventualmente, por meio de ação rescisória.

Em que momento pode ser alegada a nulidade de uma sentença arbitral

A nulidade da sentença arbitral deve ser requerida por meio do ajuizamento de Ação Declaratória de Nulidade (Ação Anulatória), observado o prazo decadencial de 90 (noventa) dias, previsto no artigo 33, § 1º, da Lei n. 9.307/1969.

Quando a sentença pode ser considerada nula

As sentenças nulas são aquelas prolatadas diante de algum vício de cunho processual, ou seja, um erro in procedendo, que representa no processo alguma mácula não solucionada pelo juiz de ofício, a qual tem o condão de invalidar todo o processo, passando a sentença prolatada a padecer de nulidade.

Como se anula uma sentença

A sentença sempre será rescindível quando baseada em prova falsa, ou seja, quando admitir a existência de fato inexistente, sem o qual outra seria necessariamente a sua conclusão. Há casos, contudo, em que a falsidade de prova não atinge a sentença por completo, mas apenas e tão somente um ou parte dos pedidos.

Quando a sentença é nula

As sentenças nulas são aquelas prolatadas diante de algum vício de cunho processual, ou seja, um erro in procedendo, que representa no processo alguma mácula não solucionada pelo juiz de ofício, a qual tem o condão de invalidar todo o processo, passando a sentença prolatada a padecer de nulidade.

O que gera a nulidade da sentença

Os vícios que determinam a nulidade da sentença correspondem a casos de irregularidades que afetam formalmente a sentença e inutilizam o julgado na parte afetada. Tratam-se, portanto, de defeitos no ato jurisdicional que atentam à sua própria estruturação, conteúdo ou limites.

O que causa nulidade da sentença

O que causa a nulidade processual. A nulidade processual é causada por um vício no ato jurídico, causando um “defeito” no andamento processual, mais precisamente quando um dispositivo legal não é respeitado.

Quando cabe a nulidade da sentença

Os vícios que determinam a nulidade da sentença correspondem a casos de irregularidades que afetam formalmente a sentença e inutilizam o julgado na parte afetada. Tratam-se, portanto, de defeitos no ato jurisdicional que atentam à sua própria estruturação, conteúdo ou limites.

O que causa a nulidade da sentença

Os vícios que determinam a nulidade da sentença correspondem a casos de irregularidades que afetam formalmente a sentença e inutilizam o julgado na parte afetada. Tratam-se, portanto, de defeitos no ato jurisdicional que atentam à sua própria estruturação, conteúdo ou limites.

Quais são as causas de nulidade da sentença

Citra petita.Contradição.Omissão.Ultra Petita.Obscuridade.Ausência de assinatura.Decisão Extra Petita.Ausência de Especificação do Pedido seus Fatos e Fundamentos Jurídicos.

Quando a sentença deve ser anulada

Anula-se a sentença, seja homologatória ou de mérito, porque detectada ou verificada uma nulidade que invalida a sentença. Se homologatória, qualquer nulidade (absoluta ou relativa) é propícia para anular.

Quando cabe nulidade

Quando houver inobservância dos requisitos indispensáveis da denúncia ou da queixa, e dessa inobservância resultar prejuízo a defesa do réu, impossibilitando-a, será decretada a nulidade absoluta.

Quando cabe nulidade da sentença

Os vícios que determinam a nulidade da sentença correspondem a casos de irregularidades que afetam formalmente a sentença e inutilizam o julgado na parte afetada. Tratam-se, portanto, de defeitos no ato jurisdicional que atentam à sua própria estruturação, conteúdo ou limites.

Quais são as causas de nulidade

É nulo o negócio jurídico quando: I – celebrado por pessoa absolutamente incapaz; II – for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto; III – o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito; IV – não revestir a forma prescrita em lei; V – for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial …

O que uma nulidade atinge

6-NULIDADE:

atinge interesse público; opera-se de pleno direito; pode ser arguida pelas partes, por terceiro, pelo MP ou pelo juiz “ex officio"

Quando a nulidade deve ser alegada

A nulidade dos atos deve ser alegada na primeira oportunidade em que couber à parte falar nos autos, sob pena de preclusão. Parágrafo único. Não se aplica o disposto no caput às nulidades que o juiz deva decretar de ofício, nem prevalece a preclusão provando a parte legítimo impedimento.

O que gera nulidade absoluta

(B) Nulidade Absoluta

Quando o vício do ato viola diretamente uma norma (constitucional ou legal) que prestigie o interesse público, ou seja, que exista como defesa e proteção do indivíduo e da sociedade, é o caso de nulidade absoluta.

O que causa nulidade

É nulo o negócio jurídico quando: I – celebrado por pessoa absolutamente incapaz; II – for ilícito, impossível ou indeterminável o seu objeto; III – o motivo determinante, comum a ambas as partes, for ilícito; IV – não revestir a forma prescrita em lei; V – for preterida alguma solenidade que a lei considere essencial …